
Prazo da equipe: quem vê o prazo do outro
Dois no escritório e o fatal do colega invisível. Veja quem vê o prazo do outro: lista compartilhada, dono visível, sem dump no WhatsApp.
O associado está na sala. O sócio também. Cada um abre a própria lista. O fatal de amanhã está na ficha do colega. A pergunta sai no grupo: “você viu?”. Ninguém está de férias. O prazo do outro continua invisível.
Com volume (solo de carteira pesada ou PME enxuta), dono na ficha não resolve se a outra pessoa não enxerga o vencimento.
O job deste artigo
Prazo da equipe: quem vê o prazo do outro é o corte da visibilidade entre quem trabalha junto.
Não é quando o dono do prazo está ausente: lá o responsável some e o ritual é passar o bastão. Não é prazo processual não é compromisso de agenda: lá o objeto é vencimento versus bloco de tempo. Não é o SLA interno: lá o combinado é o que olhar e quem cobre em tese.
Aqui o corte: os dois estão no escritório, e a lista do que vence precisa ser a mesma.
O que a outra pessoa precisa ver
A colega não precisa da peça inteira. Precisa do mínimo que evita a pergunta no WhatsApp.
- Data do vencimento, já contada.
- Processo ligado (número ou ficha).
- Dono com nome. “Equipe” não é responsável.
- Se é fatal ou se espera a revisão da semana.
Sem essas quatro peças, “olha isso” no grupo é chute. Com elas, quem está na sala vê o prazo do outro sem abrir o caso.
Onde a visão mora
A lista compartilhada mora no mesmo lugar do prazo: a ficha, o alerta, o calendário unificado do escritório. Não no chat.
Se cada um filtra só o que é “meu”, o fatal do colega some da manhã. A visão da equipe é o que vence no período, com o nome de quem cumpre ao lado. O hábito de um lugar só está em como organizar prazos no escritório. Aqui a regra é estreita: quem trabalha junto enxerga o vencimento do outro, sem assumir o caso.
Ver não é cumprir. O dono continua dono. A outra pessoa sabe que existe, quando vence e de quem é. Isso basta para não descobrir o fatal na hora do protocolo.
Cansado de “você viu?” no grupo com os dois na sala? Veja prazo no processo, com dono visível para a equipe, no PrazorJus.
O que não fazer
“A equipe viu.” Sem nome na lista, dois acham que o outro cumpriu. Visibilidade sem dono é plateia, não controle.
Sócio como tela de todo mundo. O sócio não é o monitor onde a equipe lê o prazo do colega. Se a única visão compartilhada é o celular de uma pessoa, a lista morre quando essa pessoa entra em audiência.
Tratar visibilidade como ausência. Ninguém faltou. Cobertura pontual é outro dia. Misturar os dois vira plantão permanente para um problema de lista.
Agenda compartilhada no lugar do prazo. Compromisso de calendário mostra bloco de tempo. Não mostra fatal, processo e dono. A fonte do vencimento continua no sistema jurídico.
Ponte
Se o dono some de fato, o ritual está em cobertura pontual na ausência. Se a dúvida é se o lembrete é jurídico ou de agenda, o corte está em prazo processual não é compromisso de agenda. Se ainda falta o combinado do que olhar, volte ao SLA interno de prazos.
Perguntas frequentes
A outra pessoa precisa ver a peça?
Não. Vê data, processo, dono e se é fatal. A peça fica com quem redige. Visibilidade da equipe não é acesso ao arquivo inteiro.
E se o dono faltar?
Aí o job muda. Ativar backup, com o que viaja no handoff, está no texto de ausência. Este artigo assume os dois presentes. Lista compartilhada não substitui passagem de bastão.
Agenda compartilhada basta?
Não. Agenda mostra o dia. Não grava o vencimento no processo nem o responsável. Espelho de calendário ajuda a lembrar. A lista que a equipe consulta de manhã é a dos prazos.
Conclusão: ver o prazo do outro, sem assumir o caso
Dono na ficha grava quem cumpre. A equipe ainda precisa enxergar o vencimento do colega no mesmo lugar. Data, processo, nome e se é fatal. Sem isso, o grupo vira a lista. Com isso, os dois trabalham e ninguém descobre o fatal do outro na hora.
Pare de perguntar “você viu?” no WhatsApp. Veja como fica no PrazorJus. Fale no WhatsApp.
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